Recentemente na sessão do Departamento de Imagem da SBC/Ba, discutimos a análise do BRE ao modo M e suas implicações na avaliação da fução sistólica do VE, na terapia de ressincronização ventricular, etc. Eis que Dr. Nestor Rodrigues publica este trabalho sugerindo um escore eletrocardiográfico para correlacionar parâmetros eletrocardiográfcos e a função ventricular esquerda.
sábado, 27 de outubro de 2012
Estenose Aórtica - Vc sabia? - by Fábio Soares
Interessante este estudo... Desde 1988, começaram a surgir trabalhos tentando encontrar outros sinais ecocardiográficos para avaliação da gravidade da estenose aórtica, que não análise exclusiva de gradientes. E o tempo de ejeção do ventrículo esquerdo, o quanto este influencia nos gradientes transvalvares?
Em tempos de "Paradoxal Low Flow Normal FE" aortic stenosis, vale uma lida neste artigo:
Em tempos de "Paradoxal Low Flow Normal FE" aortic stenosis, vale uma lida neste artigo:
Este outro artigo de revisão, também toca no assunto. Em pctes com EAo e disfnção ventricular esquerda, existiriam dados ecocardiográficos que me sugiram sua real gravidade (moderada x grave), sem realizar o eco stress?
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Prolapso da Valva Tricúspide - by Fábio Soares
"As for MR, three types of tricuspid changes can be visualized: a billowing valve, a prolapsing valve and a flail tricuspid valve. Tricuspid prolapse is generally associated with mitral valve prolapse and is defined as a mid-systole posterior leaflet displacement beyond the annular plane. The coaptation line is behind the annular plane. Tricuspid prolapse most often involves the septal and anterior tricuspid leaflets. The most common phenotype of tricuspid prolapse is diffuse myxomatous degeneration (Barlow's disease). A flail tricuspid leaflet is observed when the free edge of a leaflet is completely reversed in the RA, usually as a consequence of ruptured chordae (degenerative TR, infective endocarditis, trauma)."
European Journal of Echocardiography (2010) 11, 307 - 332
"Tricuspid valve prolapse is an infrequent echocardiographic finding that is most commonly associated with mitral valve prolapse. When compared with patients exhibiting isolated prolapse of the mitral valve, patients with tricuspid valve prolapse are somewhat older individuals with a slightly higher frequency of neurologic symptoms, fatigue, weakness, supraventricular arrhythmias (especially atrial fibrillation) and skeletal deformities. Tricuspid valve prolapse may serve as a marker of more-diffuse connective tissue abnormalities, and its identification also should prompt an echocardiographic search for evidence of prolapse and regurgitation of the other heart valves."
Cardiovasc Clin. 1987;17(2):97-109.
"Tricuspid valve prolapse has remained a poorly defined entity. Some authors have stated that prolapse isolated to the tricuspid valve has not been documented. This report contains three cases of isolated tricuspid valve prolapse including the first pathologically confirmed case. A review of worldwide literature including all reported cases of isolated tricuspid valve prolapse is also presented.Although signs and symptoms are similar to those found with mitral valve prolapse, tricuspid valve prolapse may occasionally be differentiated by auscultation. The diagnostic criteria of tricuspid valve prolapse are thoroughly discussed for each of the presently available invasive and noninvasive techniques. Right heart catheterization can define such prolapse but is invasive and requires meticulous technique. Two-dimensional echocardiography supersedes M-mode because of the superior spatial evaluation of the tricuspid leaflets in relation to the right atrium and ventricle. Multiple views including a long-axis view of the right ventricular inflow are often required. This parasternal echocardiographic window is often the only one which permits adequate visualization of the posterior leaflet. The pathologic findings of tricuspid valve prolapse are similar to those of mitral valve prolapse. This report concludes with a description of associated conditions. Severe tricuspid regurgitation has not been noted with tricuspid valve prolapse in the absence of superimposed disease, yet much remains undefined concerning the clinical significance of this condition."
Am Col Card 1985; 6(2) 475-481
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Sessão do DIC / Ba - by Fábio Soares
Sessão do Departamento de Imagem, realizada em 10.10.12
Em tempos de Strain, Speckle Tracking, 3D, 4D, ainda há espaço para o modo M?
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Origem Anômala da Coronária Esquerda da Artéria Pulmonar - by Fábio Soares
- A origem anômala da artéria coronária esquerda ramo da artéria pulmonar (ALCAPA) é uma anomalia congênita rara, porém grave (cerca de 0,25-0,5% de todas as cardiopatias congênitas). Se não for tratada, a taxa de mortalidade no primeiro ano de vida é de 90% secundária a isquemia miocárdica / infarto e insuficiência mitral levando a ICC. A morte súbita pode ocorrer devido a circulação colateral inadequada entre os sistemas direito e esquerdo das artérias coronárias.
- A primeira descrição clínica em conjunto com os resultados da autópsia foi feita por Bland e colaboradores em 1933, daí a origem do epônimo Síndrome de Bland-White-Garland.
- AALCAPA pode resultar a partir de septação anormal do conotruncu em aorta e artéria pulmonar, ou a partir da persistência das papilas pulmonares em conjunto com involução das papilas da aorta que, eventualmente, formam as artérias coronárias.
- ALCAPA geralmente é uma anomalia cardíaca isolada, mas tem sido descritos caos associados com PCA, CIV, tetralogia de Fallot e coarctação da aorta.
- As variações descritas são as seguintes:
1. Origem da coronária descendente anteriore/ou circunflexa
2. Origem da coronária direita
3. Ambas as artérias coronárias direita e esquerda, circunstância que não é compatível com a vida.
- ALCAPA não determina sinais e sintomas no período pré-natal devido a fisiologia fetal favorável, que inclui (1) as pressões equivalentes no tronco da artéria pulmonar e na aorta secundário a patência do canal arterial e (2) concentrações de oxigénio relativamente equivalentes, devido à circulação em paralelo. Isso resulta em perfusão miocárdica normal e, portanto, nenhum estímulo para formação de colaterais entre os sistemas de direito e esquerdo das artérias coronárias. Logo após o nascimento, quando a circulação torna-se em série, ocorre tanto a queda da pressão arterial pulmonar (diminuição da resistência), como queda do conteúdo de oxigênio do fluxo sanguíneo pulmonar. Isto resulta em miocárdio ventricular esquerdo perfundido por sangue relativamente dessaturado, levando a isquemia miocárdica.
- Inicialmente, isquemia do miocárdio é transitória, ocorrendo durante períodos de aumento de demanda do miocárdio, tais como quando a criança está se alimentando e chorando. Novos aumentos no consumo de oxigênio do miocárdio levar a infarto da parede do ventrículo ântero-lateral esquerda livre. Isso muitas vezes faz com que a válvula mitral disfunção do músculo papilar e graus variáveis de insuficiência mitral.
- A circulação colateral entre as coronárias direita e esquerda se segue. Fluxo da artéria coronária esquerda inverte e entra no tronco pulmonar devido à baixa resistência vascular pulmonar (fenômeno do roubo coronário). Como resultado, o miocárdio ventricular esquerdo permanece hipoperfudido. Por conseguinte, a combinação de disfunção ventricular esquerda e insuficiência mitral importante leva à insuficiência cardíaca congestiva (ICC).
- Aproximadamente 85% dos pacientes apresentam-se com sintomas clínicos de ICC nos primeiros 1-2 meses de vida. Em casos excepcionais, a apresentação clínica com sintomas de isquemia miocárdica pode ser adiado para a primeira infância.
- A ressonância magnética cardiovascular (RMC) é uma bom método não-invasivo para a investigação e avaliação pré-cirúrgica de ALCAPA. Estes pacientes apresentam fibrose subendocárdica anterolateral basal, sendo este um achado característico.
- Ecocardiografia é capaz de identificar a origem anormal da artéria coronária esquerda do tronco da artéria pulmonar. Em circunstâncias não usuais, a coronária anômala pode surgir de um ramo da artéria pulmonar, tornando o diagnóstico ecocardiográfico difícil. O mapeamento de fluxo a cores demonstra fluxo retrógrado da coronária anômala para o tronco pulmonar.
- A presença de fluxo retrógrado é dependente do desenvolvimento de colaterais entre as coronárias esquerda e direita.
Um achado adicional, o que não é sensível, mas muito específico, é a refringência anormal (ecogenicidade) dos músculos papilares do ventrículo esquerdo e algumas áreas subendocárdicas. Graus variáveis de regurgitação mitral, disfunção ventricular esquerda e alterações de motilidade podem ser identificados
• Dilatação anormal da artéria coronária direita proximal, quando presentes, reflete o desenvolvimento de grandes colaterais entre CE e CD.
sábado, 1 de setembro de 2012
Ecobahia recomenda...
Para todos aqueles interessados em discusões de casos clínicos, recomento este belo site da
Dra. Janine Magalhães: Discussões Clínicas
Dra. Janine Magalhães: Discussões Clínicas
Amiloidose Cardíaca - by Fábio Soares
Evaluation and Management of the Cardiac Amyloidosis -
Selvanayagam et al.
JACC Vol. 50, No. 22, 2007
Cardiac Amyloidosis : A Treatable Disease, Often Overlooked
Circulation - August 30.2011
Swinging Heart - by Fábio Soares
Mais um...
Pcte feminina, no 30oPO de troca de valva aórtica por prótese mecânica, em uso de anticoagulante oral. TP da admissão incoagulável.
Pcte feminina, no 30oPO de troca de valva aórtica por prótese mecânica, em uso de anticoagulante oral. TP da admissão incoagulável.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Caso Clínico da Semana (continuação) - by Fábio Soares
A paciente da POSTAGEM ANTERIOR , apresentava cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, tendo sido submetida a Alcoolização Septal há 10 anos. Nota-se no ecocardiograma atual, magem hiperecogênica ao nível da porção basal do SIV, correspondendo ao sítio da alcoolização.
Na imagem com ZOOM do apical 5 câmaras observamos:
E esta é a curva espectral do doppler contínuo da via de saída do VE
Atualmente, a paciente apresenta queixa de dispnéia aos esforços extra-habituais.
Qual o diagnóstico?
domingo, 22 de julho de 2012
Caso Clínico da Semana - by Fábio Soares
Paciente feminina, 36 anos, com passado de dispnéia aos esforços e tratamento X há 10 anos. Este é o ecocardiograma atual da paciente. Qual a patologia que fora tratada no passado?
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Caso Clínico da Semana - by Fábio Soares (continuação)
Paciente do caso clínico anterior, no 30o PO de troca valvar aórtica por prótese mecânica, vinha em uso regular de anticoagulante oral, cursando com dispnéia há 1 semana. À admissão, RNI 5,0.
Ecocardiograma da admissão: Derrame Pericárdico Grave com repercussão hemodinâmica
Éncamimhado ao centro cirúrgico, sendo drenado 1,5L de conteúdo hemático.
Após 6 dias da drenagem pericárdica, paciente encontrava-se assintomático, mas com ecocardiograma ainda evidenciando derrame pericárdico de grau moderado e imagens sugestivas de coágulos organizados preenchendo o saco pericárdico: Derrame Pericárdico de grau moderado
Introduzido corticóide oral (Prednisona), na suspeita de síndrome pós-pericardiotomia associado a dose excessiva de anticoagulante oral. Ecocardiograma de controle após 5 dias de uso de esteróide:
Ecocardiograma da admissão: Derrame Pericárdico Grave com repercussão hemodinâmica
Éncamimhado ao centro cirúrgico, sendo drenado 1,5L de conteúdo hemático.
Após 6 dias da drenagem pericárdica, paciente encontrava-se assintomático, mas com ecocardiograma ainda evidenciando derrame pericárdico de grau moderado e imagens sugestivas de coágulos organizados preenchendo o saco pericárdico: Derrame Pericárdico de grau moderado
Introduzido corticóide oral (Prednisona), na suspeita de síndrome pós-pericardiotomia associado a dose excessiva de anticoagulante oral. Ecocardiograma de controle após 5 dias de uso de esteróide:
Arritmia Supraventricular x Teste Ergométrico - by Carlos Frederico
Paciente masculino, 58 anos, hipertenso e dislipidêmico, sem
acompanhamento médico há cerca de 2 anos. Compareceu ao ambulatório de cárdio referindo ter parado de
usar medicações prescritas na última consulta há cerca de 2 anos e queixando-se
de dor torácica localizada em região clavicular direita, relacionada às
frequentes discussões que vem tendo com sua esposa. Informa fazer caminhadas em
média de 4 vezes por semana, sem sintomas relatados.
Exame físico sem alterações.
Solicitado Teste Ergométrico:
Arritmia supraventricular esforço induzida.
Arritmias supraventriculares tem elevada incidência durante
a realização do teste ergométrico, com maior ocorrência de extrassístoles
supraventriculares, que tem uma prevalência média de 24% em diversos estudos. A
taquicardia paroxística supraventricular, não apresenta diferença entre os
sexos, ocorrendo em média de 6% para homens e 6,3% para mulheres.
A taquicardia supraventricular ocorre predominantemente em
pessoas idosas, no pico do esforço ou recuperação inicial, sendo na maioria das
vezes não sustentada, de reversão espontânea e quase sempre sem sintomas
associados.
A ocorrência de arritmia supraventricular esforço induzida,
não proporciona aumento da mortalidade cardiovascular ou eventos coronários.
No presente caso, o paciente não era idoso e iniciou a TSV
na recuperação tardia. Não referiu qualquer sintoma, apesar da persistência da
taquicardia sustentada por longo tempo, sendo realizado massagem do seio
carotídeo, com breves reversões para ritmo sinusal e retorno para TSV. Por fim
perto do 6º minuto da recuperação após mais uma manobra vagal, reverteu para
sinusal, mantendo-se assim até o fim.
sábado, 14 de julho de 2012
Resposta do caso clínico da semana - by Fábio Soares
Paciente foi encaminhado de emergência ao centro cirúrgico para drenagem pericárdica, sendo retirado 1,5L de conteúdo hemático.
O paciente encontrava-se anticoagulado devido a prótese mecânica aórtica, com o RNI à admissão de 5,0. Após alta da UTI, normalização do RNI, após 6 dias, a despeito de encontrar-se assintomático, este era o ecocardiograma de controle. Nota-se ainda derrame pericárdico de grau moderado, sem evidências de comprometimento hemodinâmico, com imagens sugestivas de coágulos ao redor das câmaras direitas.
- Síndrome pós-pericardiotomia (SPP) é uma doença febril, secundária a reação inflamatória envolvendo a pleura e o pericárdio. É mais comum em pacientes submetidos a cirurgia com inscisão do pericárdio, mas também pode ocorrer após IAM (Síndrome de Dressler) e, até mesmo, após implante de stents coronários e eletrodos de marcapasso (transvenoso e epicárdico), trauma torácico fechado e ferimento por arma branca.
- Derrame pericárdico frequentemente acompanha a síndrome e pode, precoce ou tardiamente no pós-operatório, evoluir para tamponamento cardíaco.
- A síndrome é caracterizada por dor toráica (pleurítica ou pericárdca), atrito (pericárdico ou pleural), derrame pleural, pneumonite e achados anormais ao ECG (supradesnivelamento difuso do segmento ST).
- É frequentemente associada ao desenvolvimento de anticorpos contra epítopos próprios do coração. Há relatos de associação com infecção viral, levando a resposta auto-imune (coksakie B, adenovirus e CMV).
- Frequência varia de 3 a 30% dos pacientes submetido a cirurgia cardíaca com incisão do pericárdio
- Tamponamento ocorre em menos de 1% dos pacientes. A maioria dos pacientes cursa com quadro autolimitado .
- Os sintomas da SPP costuma ocorrer após 1-6 semanas após a pericardiotomia. Febre é um sintoma frequente, que costuma ocorrer precocemente e desaparcer após 2 a 3 semanas. Dor muscular, irritabidade e inapetência podem compor o quadro clínico.
- Achados laboratoriais incluem leucocitose comm desvio, níveis elevados de PCR e VHS. Enzimas cardíacas podem ou não estarem elevadas, sendo de pouca valia.
- Tratamento inclui drenagem pericárdica (na presença de derrame pericárdico grave), uso de antiinflamatórios não esteróides e esteróides. Corticóides são mais frequentemente utlizados em casos mais graves e refretários.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Ten-minute, abbreviated echo can be added to young athlete screening - by theheart.org
National Harbor, MD - US doctors have shown it is possible to use an abbreviated echocardiogram for the screening of young athletes to try to identify those at risk of sudden cardiac death (SCD) [1].
The echo—which takes 15 images as opposed to the usual 60 to 80—was employed, along with a health questionnaire, physical exam, and ECG, by Dr Michelle A Grenier (Cincinnati, OH) and colleagues. In a poster presented at the American Society of Echocardiography (ASE) 2012 Scientific Sessions here last weekend, Grenier reported results from the first 85 young people who were screened, but she told heartwire that her team has now screened almost 400 athletes using the protocol.
"My objective was to take the standard echo protocol and modify it so that it could be performed in a 10-minute window, just to screen, knowing that it would be less than perfect. We're now doing our fourth set of screenings, and I'm amazed. It works like clockwork; we definitely have the flow now. We can efficaciously screen 200 athletes in a day with echo if we find it's a useful modality."
She adds, however, "I didn't seek to answer the question of whether this is a useful modality; that's a very difficult question to answer. I sought to see whether it was reasonable to add this abbreviated echo, whether it was possible to add it, and whether it was cost-effective." The latter, she said, will require screening about 200 more individuals before there is enough statistical power to answer that question.
Is it practical to perform echoes on everyone?
The screening of athletes for potential cardiac problems is highly controversial, with much disagreement between experts as well as between countries on which protocols should be used. Italy has led the way in screening young athletes before allowing them to compete in sports, and its model includes a physical examination, family history, and screening with a 12-lead ECG.
In the US, the American College of Cardiology and American Heart Association limit screening to a physical examination and medical history, whereas the European Society of Cardiology and International Olympic Committee recommend using resting 12-lead ECG to detect cardiac abnormalities. The argument against mass screening has been that it is like looking for a needle in a haystack; but recently, cardiac arrests among very high-profile soccer players—one of whom survived and one of whom died—and the sudden deaths of a young Norwegian swimmer and a Serbian rower have brought the subject firmly into the media spotlight.
Whether to include echocardiography in screening is also a subject of debate; this form of screening is generally reserved for elite athletes. For example, the US National Football League and National Basketball Association perform ECGs and echocardiograms.
Sports cardiologist and screening expert Dr Sanjay Sharma (St George's Hospital, London) told heartwire: "If we are reserving screening for the crème-de-la-crème type athlete—for example, Olympic teams—then I think it's very reasonable to do echocardiography, because it's not a massive undertaking. But if we are going to roll this out to every single person who competes—as the Italians do—then I think it would become very impractical." ECG, he says, "takes about four minutes to perform and seconds to interpret if you know what you are looking at. A good echocardiogram takes 15 to 20 minutes to perform."
Grenier says this is one reason she is trying to develop a shortened echo: "If elite athletes are subject to that sort of testing, our young athletes should be subjected to it as well," she asserts.
Very high number of abnormal echoes
In designing the abbreviated echocardiogram, she explains she took the "standard" protocol for an echo, as stipulated by the ASE, and amended it to include 15 images, including the long- and short-axis views, a four-chamber view, and an ejection fraction, as well as looking at the aortic arch and abdominal aorta. The abbreviated echo allows measurement of myocardial dimensions and function, evaluation of valve anatomy and function, and coronary anatomy, as well as aortic anatomy and flow patterns, and it enables septal defects to be excluded, she says.
The initial 85 athletes—who were aged 14 to 18 years and from local schools, pediatric offices, and athletic clubs—were screened by six sonographers. Echoes were triaged on the spot, with Grenier herself personally reviewing them all. The researchers found a disproportionately high number of individuals with abnormal echoes—10 of the 85 (12%) athletes—who were then referred for further assessment. These individuals all had normal health questionnaires, physicals, and ECGs.
Grenier says that this percentage has dropped to about 8% with further screenings of around 400 athletes but acknowledges "this is still high." She stresses that the abbreviated echo protocol "has undergone several modifications," and it will continue to be tweaked as it undergoes future development. For example, "We are measuring aortic roots as large, and I think that the numbers we are using as baseline may be an underestimate of what normal may actually be."
No false positives; follow-up warranted
Nevertheless, she stresses that of the 85 athletes initially screened, there were "no false positives." Of the 10 athletes who had abnormal echoes, there were four with dilated aortic roots, who received further cardiovascular genetic evaluation; one with a silent patent ductus arteriosus, for which no action was taken; one with an atrial septal defect; and four with left ventricular abnormalities, who were further evaluated at a cardiomyopathy clinic. There were also two additional young people with structurally normal hearts who exhibited long QT.
Two of the 10 athletes (one with LV hypertrophy and one with LV noncompaction) were restricted from competitive athletics based on the echo findings.
Grenier says that the risk of not having detected the abnormalities is unknown. "But we need to follow a lot of these kids over time. It's a snapshot of what their heart looks like, and we don't know how it's going to evolve, but they could potentially run into trouble in the future."
domingo, 8 de julho de 2012
"Dispnéia aos esforços há uma semana"- by Fábio Soares
Pós operatório recente de troca valvar aórtica por prótese mecânica, em uso regular de anticoagulante oral, com RNI na faiza terapêutica, admitido com dispnéia aos esforços.
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