terça-feira, 8 de março de 2016

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Valva Aórtica displásica - by Fábio Soares

Paciente masculino, 71 anos, HAS, ICC compensada, em realização de ecocardiograma ambulatorial.

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E a implantação dessa valva?

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Cardiomiopatia de Takotsubo - envolvimento do ventrículo direito - by Fábio Soares

Há um tempo atrás publicamos neste blog uma pequena revisão sobre Cardiomiopatia de Takosubo (clássica e reversa):



- A despeito de relatos esporádicos de envolvimento do ventrículo direito em pacientes com Takosubo,a investigação desta centrou-se sempre no ventrículo esquerdo;

-  Elesber AA, Prasad A, Bybee KA, Valeti U, Motiei A, Lerman A, Chandrasekaran K, Rihal CS. Transient cardiac apical ballooning syndrome: prevalence and clinical implications of right ventricular involvement. J Am Coll Cardiol 2006;47:1082–1083.
Esse foi o primeiro trabalho a avaliar sistematicamente o VD ao ecaocardiograma de 25 pacientes com Takotsubo. A disfunção sistólica do VD estava presete em 8 e estava associada a menor FE do VE, hospitalização mais prolongada e maior número de complicações (ICC grave, necessidade de balão intra-aórtico e ressuscitação cardiopulmonar).

Right ventricular involvement in Takotsubo cardiomyopathy Dariusch Haghi1 , Anastasios Athanasiadis2 , Theano Papavassiliu1*, Tim Suselbeck1 , Stephan Fluechter1 , Heiko Mahrholdt2 , Martin Borggrefe1 , and Udo Sech
Este outro trabalho utilizou a RNM para avaliação do VD, mostrando que os segmentos mais acometidos foram os apico-lateral (89%), o ântero-lateral (67%), e o segmento inferior (67%). O derrame pleural foi mais comum em pacientes com envolvimento do VD (67 vs. 8%, P, 0,001) e foi preditivo de disfunção do VD, sendo que derrames pleurais significativos ou bilaterais foram vistos
exclusivamente em pacientes com envolvimento do VD.

CASO 1: Pcte masc, 75 anos, admitido na UTI com sepse de foco urinário. ECG com infra ST V1-V4, elevação discreta de MNM. Choque cardiogênico em uso de doses elevadas de aminas vasoativas:

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CASO 2 : Pcte feminina, 70anos, em PO de cirurgia ortopédica. Evoluiu com IRpA sendo suspeitado de TEP. ECG supra ST v1-v5,elevação discreta de MNM. 

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sábado, 13 de dezembro de 2014

Don´t worry child - The Piano Guys

Addiction...


Caso Clínico da semana - by Fábio Soares

Paciente feminina, 40 anos, sem comorbidades previamente diagnosticadas, admitida com dispnéia em repouso e febre há 4 semanas.



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Valva aórtica bivalvular apresentando imagens algodonosas em sua face ventricular, com insuficiência valvar grave. Nota-se ainda imagem compatível com abcesso valvular, dissecando a junção mitro-aórtica.

Paciente evoluiu com piora importante dos sintomas sendo encaminhada a cirurgia de emergência.

Inventário cirúrgico:
 - Valva aórtica com presença de grande quantidade de vegetações, com folheto esquerdo roto, preso apenas pelas vegetações, Apresenta abcesso com ruptura da íntima e parede muscular contido apenas pela adventícia, ocasionando desinserção da continuidade mitro-aórtica. Realizado ressecção da valva e vegetações. Refeita a junção mitro-aórtica. Implante de bioprótese n 23.

domingo, 14 de setembro de 2014

sábado, 13 de setembro de 2014

Terapia de Ressincronização Ventricular - by Fábio Soares

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A terapia de ressincronização ventricular, comprovadamente, reduziu mortalidade, sintomas e reinternamentos por ICC. Apesar disso, cerca de 30-40% dos pacientes que preenchem critérios para tal intervenção permanecem como não respondedores. Dentre os que são considerados respondedores, existem aqueles que melhoram dos sintomas e não há melhora dos parâmetros ecocardiográficos, como também existem aqueles que apresentam remodelamento reverso do ventrículo esquerdo que nem sempre é acompanhado de melhora significativa dos sintomas!

Após a publicação do PROSPECT, o ecocardiograma permaneceu marginal na seleção dos pacientes para CRT durante alguns anos. A despeito de bons resultados em estudos pequenos e unicêntricos, a sua eficácica não resistiu ao estudo multicêntrico randomizado.

Com o Strain (Speckle Tracking), o ecocardiograma vem tentando garantir seu espaço na CRT, se não na seleção, na identificação daqueles que podem responder à terapia. 



As peças do quebra-cabeça ainda não se encaixaram, mas continuamos tentando...

A propósito, qual a fração de ejeção (subjetiva) deste ventrículo esquerdo acima? 
(pcte masc, 68 anos, BRE QRS 154ms, CF III em uso de IECA, BB e espironolactona em uso de CRT há 5 meses)

domingo, 7 de setembro de 2014

sábado, 6 de setembro de 2014

Síndrome da veia cava superior - by Fábio Soares

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A obstrução da veia cava superior (VCS) pode ser causada por invasão neoplásica da parede venosa associada à trombose intravascular ou, mais simplesmente, por pressão extrínseca de uma massa tumoral contra a parede fina de veia cava superior relativamente fixa. 


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Exames post-mortem revelam que a obstrução completa da veia cava superior é o resultado de trombose intravascular, em combinação com a pressão extrínseca. O obstrução incompleta da VCS é mais frequentemente secundária a compressão extrínseca sem trombose. A incidência está a aumentar em paaralelo com o aumento do uso de dispositivos endovasculares.

Com a obstrução da VCS, o retorno venoso colateral ocorre através de quatro vias principais. A primeira e mais importante é o sistema venoso azygous, que inclui as veias ázigos, hemiazygous, e os vasos intercostais de ligação. O segundo caminho é o sistema venoso mamário interno mais tributárias e comunicações secundárias para as veias epigástricas superiores e inferiores. O sistema venoso torácico longo, com suas conexões com as veias femorais e veias vertebrais, fornecem a terceira e quarta vias colaterais, respectivamente. 


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Como curiosidade: 
William Hunter foi quem primeiro descreveu a síndrome em 1757 em um paciente com aneurisma de aorta secundário a sífilis. Em 1954, Schechter revisou 274 casos bem documentados de síndrome de veia cava superior (SVCS) relatados na literatura.; 40% deles foram devido a aneurismas sifilíticos ou mediastinite tuberculosa. Em tempos mais atuais, estas infecções têm diminuído gradualmente como a causa primária da obstrução da veia cava superior. O câncer de pulmão, em particular o adenocarcinoma, é agora a causa subjacente em aproximadamente 60-70% dos pacientes com SVCS. No entanto, até 40% das causas são devido a causas não malignas


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Bloqueio do Ramo Esquerdo x Eco - by Fábio Soares

Movimentação típica do septo interventricular durante o bloqueio de ramo esquerdo do feixe de His.

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Segue abaixo trecho de sessão apresentada na sessão de Departamento de Imagem da SBC/Ba 
"Em tempos de Strain,3D, 4D; ainda há espaço para o modo M?"
Fábio Soares - setembro 2013




sábado, 30 de agosto de 2014

Pseudoaneurisma do Ventrículo esquerdo

Paciente feminina, 67 anos, passado de IAM ínfero-lateral há 1 ano. Assintomática do ponto de vista cardiovascular.

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Pseudoaneurisma Ventricular Esquerdo Tardio em Paciente com Miocardiopatia Isquêmica
Dalton de Souza Barros, Viviane Tiemi Hotta, Anderson Silveira Duque, Wilson Mathias Junior

" O pseudoaneurisma ventricular é uma complicação rara do infarto do miocárdio, que tornou-se ainda menos frequente após a era da reperfusão. Ocorre usualmente secundário a ruptura da parede ventricular contida pelo pericárdio adjacente nos infartos de parede inferior, lateral inferior e lateral anterior, com alta incidência de ruptura e morte. Pode ser assintomático em até 10% dos casos e difere do aneurisma ventricular pela  relação entre orifício de entrada(colo)/diâmetro da cavidade < 0,5. O pseudoaneurisma requer tratamento cirúrgico precoce na grande maioria dos casos, pelo risco de ruptura e óbito imediato. "

segunda-feira, 21 de abril de 2014

He is alive - Modo M - by Fábio Soares

Pra quem já havia condenado o Modo M, para aqueles que afirmam que ela já perdeu seu lugar...
Até mesmo no Congresso do DIC 2014, ele deu o ar da graça (até no Eco é o limite!!!).



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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Escola de Ecocardiografia da Bahia - Prof Dr André Almeida

Encaminho o link para conhecimento e inscrição dos interessados no Curso de Especialização em Ecocardiografia, ministrado por Prof. Dr. André Almeida e equipe
 





Após bom tempo de organização do curso, estruturação de todo o serviço, estão abertas as inscrições. Ressalto a competência e comprometimento do Prof. Dr. André Almeida para com o método e o ensino.

Para quem não o conhece, segue seu curriculum vitae


Boa sorte ao amigo André e aos primeiros alunos!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Estratégia Antitrombótica em Próteses Teciduais - Dr. André Durães

É com grande satisfação que o Ecobahia recomenda os artigos do meu caro amigo Dr. André Durães:

 


 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

TARV galopando - by theheart.org

http://www.medscape.com/viewarticle/810350

New TAVR Turf? Bicuspid and Valve-in-Valve Results Show Promise


Investigators say new data presented at the European Society of Cardiology (ESC) 2013 Congress support the expansion of transcatheter valves into two areas: failing surgical bioprosthetics and congenital bicuspid aortic valves. Others, however, call for randomized trials before either of these procedures become widespread.

Use of transcatheter aortic-valve replacement (TAVR) in both these conditions has previously been considered to be "relatively" contraindicated.

Valve-in-Valve TAVR
Dr Spyridon Katsanos (Leiden University Medical Center, the Netherlands) presented results of a small series of 16 patients who underwent transcatheter-valve implantation within a failing bioprosthetic valve, using the Edwards Sapien device. All but four patients had failed aortic surgical valves; two had failed bioprosthetic mitral valves, and two had failed mitral-valve annuloplasty.

After a mean follow-up of 21 months, survival was similar between surgical redo and TAVR-treated patients, at roughly 30% in each group. Of note, TAVR-treated patients were, on average, 10 years older than those in the surgically treated group.

"High-risk patients and also elderly patients with failing bioprostheses deemed not operable may have a treatment alternative to redo cardiac surgery," he concluded.

Bicuspid Aortic-Valve Disease
In a separate presentation, Dr Timm Bauer (Heart Center Ludwigshafen, Germany) presented outcomes for 38 patients from the German TAVI registry who had congenital bicuspid valves. Baseline characteristics, he noted, were similar in this group to patients with tricuspid aortic valves.

At both 30 days and one year after TAVR, mortality was not statistically different in both the bicuspid and tricuspid valve patients. At one year, 13.2% of patients with bicuspid valves had died, compared with 20.1% of tricuspid aortic-valve patients.
Of note, however, residual aortic insufficiency of 2+ or greater was seen in 25% of bicuspid patients, compared with only 14.7% of tricuspid patients (p=0.05).

"Although the risk for relevant aortic regurgitation seems to be higher among patients with bicuspid valves, hospital and one-year mortality is not elevated in comparison with patients with tricuspid aortic valves," Bauer concluded.

Speaking with heartwire about to the two presentations, Dr Volkmar Falk (University of Zürich, Switzerland) was more enthusiastic about the valve-in-valve data, noting that younger and younger patients are being treated with surgical bioprosthetics. Implanting a TAVI inside the failing valve "makes a lot of sense, because it takes some of the trauma out of the operation. But we have to raise some cautions."

As of yet, he stressed, "we don't have randomized trials to show that one method is superior," and the current analysis used historical data for the comparison. Moreover, the previously implanted bioprosthetic needs to be large enough to accommodate a TAVR, he added. Finally, he pointed to the two mitral rings treated in Katsanos et al's study. These are particularly problematic for valve-in-valve procedures because the shape of the ring is not always suited to the cylindrical TAVR device and may lead to residual leaks.

As for using transcatheter valves in bicuspid aortic-valve disease, Falk was considerably less sanguine, pointing to the lack of "planning tools" and bench simulation to test how the implant reacts in the different biodynamics of this environment.

"It is all about calcium displacement, and some of these bicuspid valves are heavily and eccentrically calcified," he commented. He drew attention to a high degree of aortic insufficiency in one-quarter of the treated population, a number that surgeons would consider to be inexcusable.

"I think it's not a good option to put in a transcatheter valve in these cases, because you saw the number of leaks: that rate has not come down recently for the bicuspid valves [as it has for TAVR procedures more generally]. What we know is that, due to the geometry of the bicuspid valve, these patients usually get aortic stenosis more often and at a younger age, and the calcifications can be very eccentric, and then more problems occur. In the long run, residual aortic insufficiency and paravalvular leak of 2 or more has been shown in a number of trials to increase mortality," he observed.

The CoreValve (Medtronic) system received CE mark earlier this year for minimally invasive valve-in-valve procedures, the first device to obtain this indication

Retomando os Trabalhos...

De volta a ativa com nosso blog, nada melhor que um bom artigo escrito por Dra Márcia Barbosa, presidente da SIAC. Uma boa revisão sobre Doença de Chagas.

http://www.siacardio.org/default.asp?xItem=1594

Boa leitura a todos